Outras Notícias

América Latina

  • No Dia Internacional de Solidariedade com a Venezuela, o Comité de Solidariedade Internacional (Venezuela) e o Conselho Mundial da Paz promovem um conjunto de videoconferências.

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  • dia mundial de solidariedade com a venezuela fim a agressao respeitar a soberania 1 20200418 1539242558

    Assinala-se a 19 de Abril, o Dia Mundial de Solidariedade com a Venezuela, que celebra o início da luta pela independência do jugo colonial espanhol, em 1810, dirigida por Simón Bolívar.

    Hoje, 210 anos passados, o combate pela afirmação da soberania e independência nacional da Venezuela, associada ao progresso social do seu povo, não só prossegue como se encontra num momento particularmente importante.

    Este dia assinala-se, numa situação complexa para os povos do mundo, devido à pandemia da COVID-19. Na Venezuela, as medidas de saúde pública prontamente assumidas pelas autoridades bolivarianas, e ao apoio solidário das equipas médicas cubanas, têm prevenido e combatido a doença, com alcançando taxas de contágio e de mortalidade especialmente baixas.

  • Solidários com a luta do povo brasileiro divulgamos nota do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz), sobre a situação no Brasil.

    “No Brasil, se fortalece a mobilização popular contra os ataques de um governo golpista

    A Frente Povo Sem Medo e a Frente Brasil Popular, da qual o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) faz parte, têm promovido o fortalecimento da mobilização dos brasileiros e brasileiras na defesa da democracia e dos seus direitos, vilipendiados por um governo nascido do golpe de Estado parlamentar, jurídico e midiático de 2016. As greves e manifestações que mobilizaram mais de um milhão de pessoas em todo o país são evidências da força que cresce.

  • "Rejeitamos a persistência do paramilitarismo na Colômbia e exigimos justiça

    Com consternação e revolta, denunciamos nos termos mais firmes os assassinatos de ao menos seis ex-combatentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - Exército Popular (FARC-EP), relatados em 20 de outubro por René Hertz, porta-voz da Zona Veredal Padronização transitória de La Paloma.

    Os ex-combatentes foram encontrados amarrados e mortos no município de Charco. Seu assassinato soma às constantes denúncias de ex-combatentes e membros do novo partido político FARC (Força Alternativa Revolucionária do Comum) sobre a continuidade da violência. A transição para a luta pela justiça social e a transformação na legalidade demonstrara o compromisso com a paz e a construção de uma sociedade melhor para todos.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação denuncia a operação de ingerência que está a ser levada a cabo neste fim-de-semana contra a República Bolivariana da Venezuela, promovida de forma coordenada por diversos países, sob a orientação dos Estados Unidos, em conluio com sectores da oligarquia interna.

    Esta campanha – económica, política, diplomática e mediática – é dirigída contra as instituições democráticas venezuelanas, incluindo os seus legítimos Presidente e Governo, e procurando degradar as condições sociais naquele país, prejudicando seriamente amplos sectores sociedade venezuelana - que integra uma vasta comunidade portuguesa.

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    No dia 4 de Setembro, o CPPC recebeu, na Casa da Paz, Carolus Wimmer, presidente do COSI - Comité de Solidariedade Internacional e Defesa da Paz, da Venezuela. No encontro entre as duas delegações foram abordados os problemas que o povo da República Bolivariana da Venezuela está a enfrentar, tendo em conta o criminoso bloqueio económico e financeiro que EUA e seus aliados, incluindo a União Europeia, mantêm à Venezuela. Foi reafirmado pelo CPPC a continuação da solidariedade e empenhamento na defesa do direito soberano da Venezuela escolher o seu caminho de progresso e paz e o prosseguimento da exigência junto das autoridades portuguesas da defesa dos princípios consignados no artigo 7º da Constituição da República Portuguesa. Foram também abordadas linhas de trabalho futuro e de cooperação entre COSI e CPPC.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente e considera da maior gravidade as declarações do Presidente dos EUA, Donald Trump, proferidas ontem dia 11 de Agosto, onde afirma que a Administração norte-americana tem muitas opções para a Venezuela, incluindo a “opção militar”.

    Estas inaceitáveis declarações de Trump colocam de novo em evidência o que há muito tem vindo a ser denunciado: que a desestabilização da Venezuela tem como principal responsável e promotor os EUA, que apoiam forças anti-democráticas e a violência de grupos fascistas com o objectivo de promover um golpe de Estado contra um país soberano, contra a sua Constituição, contra o seu legítimo governo, contra o seu povo.
    Um golpe de Estado, atentatório da soberania e independência da República Bolivariana da Venezuela e direccionado contra todos aqueles que estão empenhados em construir um futuro de paz e de progresso social na Venezuela e um caminho de cooperação entre os povos da América Latina e Caraíbas livre da tutela e dominio dos EUA.

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  • solidariedade com o povo da bolivia 2 20191119 1934596030

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia veementemente a consumação do golpe de Estado na Bolívia contra o Presidente Evo Morales, o seu governo, a constitucionalidade democrática e o povo boliviano.

    Trata-se, como o CPPC anteriormente denunciou, de mais um passo na concretização da agenda de desestabilização dirigida a partir de Washington contra os povos e países que, na América Latina e Caraíbas, têm protagonizado processos de afirmação de soberania, de progresso social e de cooperação.

    Campanha desestabilizadora dos EUA que visa agora, a partir de uma operação golpista e em conluio com as forças anti-democráticas bolivianas, a reversão dos importantes avanços alcançados nos últimos anos pelo povo boliviano, sob a presidência de Evo Morales e o seu governo, como o crescimento económico ao serviço do povo, a redução da pobreza e das desigualdades sociais, a garantia de direitos sociais, como a saúde e a educação, e dos direitos dos povos indígenas, a nacionalização de recursos energéticos, o fortalecimento do papel das empresas públicas ou uma relação de paz e de cooperação entre os povos deste subcontinente.

  • governo portugues com trump contra a venezuela 1 20200414 1352478882

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia da forma mais veemente o comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, datado de 31 de Março, que constitui uma nova e inaceitável ingerência nos assuntos internos da República Bolivariana da Venezuela, uma afronta à soberania do povo venezuelano e, consequentemente, um desrespeito pelos princípios da Constituição da República Portuguesa, da Carta da ONU, do direito internacional.

    No comunicado do MNE português é saudada a inadmissível e vergonhosa manobra de chantagem da Administração Trump contra a Venezuela que – a partir da utilização da situação criada com a pandemia da COVID-19 –, faz depender o levantamento gradual das suas ilegais e criminosas sanções e bloqueio económico e financeiro contra o povo venezuelano, da aceitação da imposição de um dito “governo de transição” tutelado pelos EUA e à margem da Constituição da Venezuela.

  • Dada a grave evolução da situação no Brasil, será hoje, 6 de Abril, pelas 19h00 entregue na Embaixada do Brasil (Rua das Laranjeiras 144 – Metro Sete Rios) uma tomada de posição de protesto subscrita por várias organizações.

    No próxima Quarta-feira, dia 11 de Abril, pelas 18h00 será igualmente realizado um acto público de protesto junto à Embaixada do Brasil.

  • Solidariedade com a Revolução Bolivariana
    Hugo Chávez - Memória e Legado de um Líder
    Exposição "Hugo Chávez Percursor de um Mundo Multipolar"
    5 de Março de 2014 - 18h30
    Casa do Alentejo - Lisboa

    https://www.facebook.com/events/1399256280334774/

     

  • ilhas malvinas 1 20140304 1398431166

    Consulte aqui a versão em pdf

     

    As ilhas do Atlântico-Sul, descobertas e parcialmente ocupadas pelas nações Ibéricas desde o século XVI, estão geográfica e historicamente associadas aos países dessa região, porém são presentemente territórios sob administração britânica. Aí se contam as ilhas de Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha,localizadas praticamente a meio do Atlântico, e as Ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, no arco que liga a América do Sul à Antártida. A disputa da sua soberania tem preocupado os países da região e organizações regionais, designadamente OEA, MERCOSUL, UNASUL, CELAC, e tem sido objeto de declarações de cimeiras Ibero-Americanas, América do Sul-África, América do Sul-Países Árabes, e ainda, da própria Organização das Nações Unidas. 

     

    Trata-se de situações que persistem da época colonial tardia, que importa resolver definitivamente. Trata-se de direitos territoriais usurpados mas também de ameaças bélicas intrometidas na região, posto que essas ilhas têm sido e podem ser utilizadas como bases aeronavais por parte de potências exteriores ao espaço Sul-Atlântico. O destino recente da ilha Diego Garcia, no Oceano Índico, é disso um exemplo sinistro, e a recente militarização das Malvinas e de Santa Helena por parte do Reino Unido, renovadas ameaças à paz.    

     

    Sobre as ilhas Malvinas - também denominadas Falkland - a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou em 1965 a resolução 2065 (XX), reconhecendo a existência de disputa de soberania entre a Argentina e o Reino Unido, e convidando ambos os países a negociarem uma solução pacífica para a sua disputa. Uma nova resolução, número 31/49 foi adoptada em 1976, no sentido de ambas as partes se absterem de introduzir modificações unilaterais no status quo, enquanto decorresse o processo recomendado pela anterior resolução. A posição das Nações Unidas tem sido reiterada sucessivamente, reforçada pelo mandato de bons ofícios cometido ao Secretario Geral, e pelo acompanhamento, desde 1989, da Questão das Malvinas no âmbito do Comité Especial de Descolonização. 

     

    Esta Assembleia apela à atenção da opinião pública e das autoridades portuguesas para esta questão, no sentido de contribuírem para a sua resolução à luz da lei internacional e da Carta das Nações Unidas e no respeito pela integridade territorial e da convivência pacífica entre nações.

     

    Esta Assembleia afirma-se pela extinção do passado colonial, contra a proliferação de bases militares à volta do mundo e a favor da cooperação e da paz em todas as latitudes.

     

    Lisboa, 7 de Dezembro de 2013

  • No próximo dia 22 de Abril, pelas 18h30, na Casa do Alentejo em Lisboa a Embaixada da República Bolivariana da Venezuela assinala o 204º aniversário do início do processo de independência da Venezuela, com uma exposição de fotografia e litografia. O Conselho Português para a Paz e Cooperação, que colabora na realização da iniciativa, apela à participação de todos os amigos e amigas neste momento de solidariedade com a revolução bolivariana.

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    Leia a intervenção de Ilda Figueiredo, em representação do Conselho Português para a Paz e Cooperação, no ato político-cultural "Pela Paz! Solidariedade com a Revolução Bolivariana!" ocorrida no passado dia 22 de Fevereiro na Voz do Operário em Lisboa.

    "Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação e de todas as organizações promotoras, saúdo as amigas e amigos que connosco participam neste imprescindível ato político cultural em defesa da Paz e de afirmação da solidariedade com a Revolução Bolivariana, destacando em particular os artistas que vamos ver e ouvir, assim como a direção e os trabalhadores da Voz do Operário que nos cederam esta sala e apoiaram na organização desta sessão.
    Um caloroso agradecimento a todos os que tornaram possível esta iniciativa.

  • De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar na próxima Quinta-feira, dia 13 de Março, às 14h30, no Centro de Trabalho do PCP (Quinta da Bela Vista lote A - 19 Loja G).

     

     

  • De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar no próximo dia 13, Quinta-feira, pelas 18h00 no Centro de Trabalho do PCP de Faro.

     

  • Hoje, Sessão Pública às 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.
    Dovulgue e participe!
     

    De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar na próxima Terça-feira, dia 11 de Março, às 18 horas, na Casa do Alentejo em Lisboa.

  • PORTO - Hoje! Participa e divulga!
     
    De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar no próximo dia 12, Quarta-feira, pelas 18h00 no Universidade Popular do Porto.
     
  • De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar na próxima Quinta-feira, dia 13 de Março, às 21h, na Junta de Freguesia de Vila Real de Stº António.