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CPPC denuncia e condena nova conspiração dos EUA contra a Venezuela

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Em plena pandemia da COVID-19 no mundo, a Administração dos EUA, presidida por Donald Trump, acaba de dar mais um autêntico golpe contra a Venezuela e o povo venezuelano, ao acusar o seu legítimo Presidente, Nicolas Maduro, e outros responsáveis venezuelanos, de um alegado envolvimento em ‘tráfico de drogas’, sem que tenha sido apresentada uma qualquer demonstração que possa sustentar esta alegação, e ao estabelecer uma recompensa de 15 milhões de dólares por informações que levem à sua detenção e/ou condenação.

Os EUA, com a cumplicidade do Governo da Colômbia, insistem na mais miserável provocação e na infame conspiração contra a Venezuela e o Governo presidido por Nicolas Maduro, depois do FMI ter recusado o apoio de 5 mil milhões de dólares à Venezuela para fazer face à COVID-19, numa criminosa postura que revela a mais completa indiferença pelas eventuais consequências da pandemia para o povo venezuelano, assim como para a comunidade portuguesa que vive neste país.

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A criminosa recusa de apoio do FMI à Venezuela para fazer face à COVID-19

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) rejeitou o pedido de empréstimo de 5 mil milhões de dólares, feito pelo governo venezuelano para prevenir e enfrentar a crise de saúde pública causada pela COVID-19.

De forma inaceitável e ilegal, este organismo financeiro internacional sustenta a sua recusa de apoio com a alegada falta de «legitimidade» do governo de Nicolas Maduro, dando assim cobertura à manobra de desestabilização e golpista dos EUA contra o país sul-americano, em clara afronta à Carta das Nações Unidas e ao direito internacional.

Os recursos solicitados ao FMI contribuiriam para robustecer os sistemas de deteção e resposta à doença COVID-19, que já provocou milhares de mortes em todo o mundo. Este é um momento «crucial», em que medidas «rápidas e enérgicas» devem ser tomadas, acrescentam as autoridades venezuelanas.

Recordando que a Venezuela é afetada, há anos, por ilegais sanções e bloqueio económico e financeiro impostos pelos EUA e seus aliados, a inaceitável e criminosa postura do FMI torna, mais uma vez claro, quer os interesses quer a natureza das organizações internacionais ligadas aos EUA.

CPPC saúda a libertação de Lula da Silva

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O CPPC saúda a libertação do ex-presidente do Brasil Lula da Silva, injustamente preso desde Abril de 2018.

O CPPC sempre esteve do lado daqueles que denunciaram esta injusta prisão como um processo político, um grave episódio do golpe de Estado institucional iniciado com a destituição da legítima Presidente Dilma Rousseff e prosseguido com a prisão de Lula da Silva como forma de impedir que concorresse às eleições presidenciais

O CPPC reafirma a sua solidariedade com o povo Brasileiro e todos os democratas brasileiros saudando-os pela vitória que representa a libertação de Lula da Silva, e continuará do lado destes na sua luta pela democracia e a paz.

Direção Nacional do CPPC

Conferência | Os novos desafios para a América Latina | Porto

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação promove, no dia 16 de Dezembro às 18 horas, no Clube dos Fenianos Portuenses, uma conferência intitulada «Os novos desafios para a Paz na América Latina», onde estarão em debate os complexos obstáculos colocados aos povos da região que corajosamente se batem pelo progresso, a justiça social e a soberania.

Cuba de novo vitoriosa na ONU

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a votação da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que uma vez mais, no dia 7 de Novembro, condenou de forma esmagadora o bloqueio económico, comercial e financeiro dos Estados Unidos da América contra Cuba e exigiu o seu levantamento. Esta é a 28.ª vez consecutiva que este órgão da ONU se pronuncia neste sentido, e sempre de forma contundente.

Este ano, 187 países votaram favoravelmente a resolução que propõe/exige o fim do bloqueio, enquanto três países a rejeitaram e dois se abstiveram. Votaram contra o fim do bloqueio os próprios EUA e Israel, reafirmando as suas posições habituais, e ainda o Brasil, num sinal particularmente negativo de crescente subserviência do Governo do Presidente Bolsonaro aos interesses dos EUA. As abstenções foram da Colômbia e da Ucrânia, também elas habitualmente alinhadas com os ditames dos EUA, constituindo-se como instrumentos da política externa norte-americana nas respectivas regiões.

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