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Sessão pública no Porto debateu o fim do colonialismo Português

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Com importantes testemunhos pessoais emotivos e intervenções marcantes sobre o tema proposto, decorreu no dia 20 de novembro uma sessão pública, no Palacete Viscondes de Balsemão, no Porto, sobre os 45 anos da Revolução de Abril e o fim do colonialismo.

Moderada por Ilda Figueiredo, presidente da direção nacional do CPPC, a sessão contou com várias e qualificadas intervenções.

José Baptista Alves, militar de Abril e presidente da Mesa da Assembleia da Paz, abordou a importância da aliança Povo/MFA na revolução de Abril de 1974 e a sua contribuição para a paz e o fim do colonialismo e do fascismo em Portugal.

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Nos 80 anos do início da 2ª Guerra Mundial. Defender a Paz! Mais guerra não!

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No momento em que se assinalam 80 anos sobre o início da Segunda Guerra Mundial, o Conselho Português para a Paz e Cooperação lembra as brutais consequências daquele que foi o mais violento e sangrento conflito militar da História, desencadeado pela Alemanha nazi, a Itália fascista e o Japão militarista, responsável pela perda de mais de 50 milhões de vidas e de dezenas de milhões de feridos.

O nazi-fascismo foi responsável por inúmeros crimes, como o extermínio em massa de populações e prisioneiros em campos de concentração, pela imposição do trabalho forçado, pela destruição sistemática de infraestruturas económicas e sociais e de imenso património cultural.

Este é também o tempo para recordar todos os que, resistindo e combatendo das mais diversas formas, contribuíram para libertar a Humanidade do nazi-fascismo, alcançar uma paz justa e conquistar para a generalidade da população mundial inéditos direitos políticos, económicos, sociais e culturais e o fim do colonialismo.

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NAKBA – 71 anos de opressão israelita sobre o povo palestino

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Quando se assinalam os 71 anos da Nakba, termo árabe para a expulsão da população palestina que ocorreu aquando da criação do Estado de Israel, a 15 de Maio de 1948, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a resistência do povo palestino, contra a ocupação e a opressão israelitas, e reafirma a sua solidariedade com a sua justa luta pelo respeito e cumprimento dos seus direitos nacionais.

Assinalar esta data reveste-se de particular importância, quando vivemos um dos momentos mais graves em torno da questão nacional palestina.

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Pela Paz, Não à guerra dos EUA contra o Irão

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a sua profunda preocupação com a crescente tensão militar no Golfo Pérsico promovida pelos Estados Unidos da América (EUA) que trouxeram de volta a ameaça de se lançarem numa nova guerra de agressão, desta feita contra o Irão, após o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado, em Maio do ano passado, a decisão de retirar o seu país do Acordo sobre a Produção de Energia Nuclear pela República Islâmica do Irão, assinado em Julho de 2015, entre EUA, Alemanha, China, França, Rússia e Irão. Acordo cuja execução foi monitorizada pela Agência Internacional da Energia Atómica, organização da ONU, a qual foi unânime a atestar que o Irão cumpriu escrupulosamente a sua parte.

Após aquela decisão os Estados Unidos decidiram restaurar sanções políticas e económicas com carácter extra-territorial – abrangendo a exportação de petróleo e de minerais tais como ferro, aço, alumínio e cobre – à margem e em confronto com o direito internacional, deixando evidentes as suas intenções belicistas. A par disso, a 11 de Maio, a pretexto de uma hipotética ameaça do Irão aos seus interesses e dos seus aliados na região, os EUA decidiram reforçar a presença militar no Golfo Pérsico, com o envio de uma força composta pelo navio USS Arlington levando a bordo fuzileiros, veículos anfíbios, e mísseis Patriot, que se juntaram aos militares e armamento do porta-aviões nuclear USS Abraham Lincoln.

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Ameaças dos EUA contra o Irão são uma séria ameaça à paz

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O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, anunciou, em Maio do ano passado a decisão do seu país de se retirar do Acordo sobre a Produção de Energia Nuclear pela República Islâmica do Irão, assinado em Julho de 2015, entre os EUA, a Alemanha, a China, a França, a Rússia e o Irão. A execução desse acordo tem sido monitorizada pela Agência Internacional da Energia Atómica, organização da ONU, a qual é unânime a atestar que o Irão tem cumprido escrupulosamente a sua parte.

A par daquela decisão os Estados Unidos decidiram restaurar as sanções ao Irão, abrangendo a exportação de petróleo e de minerais – tais como ferro, aço, alumínio e cobre –, fazendo-as acompanhar de sanções contra empresas ou países que não cumpram os ditames da administração norte-americana, estando a aplicá-las a todos os países desde o inicio deste mês.

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