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Fim à agressão externa à Síria! - Alargar a solidariedade, defender a soberania e a paz!

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Desde há nove anos que a República Árabe Síria enfrenta uma brutal agressão externa.

Tal como sucedeu na Líbia, pouco antes, as principais potências ocidentais e as suas aliadas regionais, escudando-se atrás de grupos terroristas (que armam, treinam e financiam), impuseram a agressão e a destruição do país, visando derrubar o seu governo e mudar o regime político-constitucional da Síria, controlar os seus recursos naturais e remover um dos principais obstáculos ao controlo total da região.

O saldo desta agressão é, a todos os níveis dramático: dezenas de milhares de mortos e feridos, milhões de deslocados e refugiados; incalculáveis danos económicos, materiais e patrimoniais; graves problemas económicos e sociais causados não apenas pela guerra, como pelas violentas sanções e bloqueios impostos pelas potências ocidentais.

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Hoje mais do que nunca, Impõe-se a dissolução da NATO

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A Organização do Tratado do Atlântico Norte – NATO – cumpre o seu 71 anos a 4 de Abril. Se a sua existência é não só totalmente injustificável à luz da Carta das Nações Unidas como contrária à paz e ao desarmamento, a sua dissolução é hoje mais do que nunca uma necessidade e exigência colocada aos povos do mundo.

O caráter belicista e agressivo da NATO e a urgência da sua dissolução não são de agora, pelo contrário, são há muito evidentes: nas guerras e agressões que promove; nas fabulosas despesas com armamento que assume; na doutrina nuclear que preconiza, em que se arroga no «direito» de utilização de armamento nuclear num primeiro ataque contra outro estado. Contudo, a pandemia da COVID-19 deixa ainda mais à vista que este bloco político-militar coloca a guerra, o intervencionismo, a corrida armamentista, o militarismo acima do direito à saúde, ao bem-estar e à vida dos povos.

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Nos 75 anos da Libertação de Auschwitz pelo Exército Soviético

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Assinala-se hoje, 27 de Janeiro de 2020, o 75.º aniversário da libertação, pelo Exército Soviético, de Auschwitz, campo nazi de concentração e extermínio.

Ao lembrar esta data, o Conselho Português para a Paz e Cooperação homenageia os milhões de vítimas da barbárie nazi-fascista, assassinados, torturados presos pelas suas convicções políticas ou religiosas, pela sua nacionalidade ou origem étnica.

Tal evocação não representa apenas um mero e regular exercício de memória, mas um imperativo nos tempos em que vivemos, marcados pela promoção de valores retrógrados e por manifestações de xenofobia, intolerância e ódio, pelo recrudescimento de forças de extrema-direita e de cariz fascista, pelo ataque a liberdades e a direitos democráticos, pelo desrespeito da soberania nacional e do direito à paz, pela guerra e a agressão contra países e povos.

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São necessários recursos para combater a pandemia - Não à realização dos exercícios militares da NATO

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A NATO anunciou para este ano a realização na Europa, incluindo em Portugal, de um dos maiores exercícios militares dos últimos 25 anos, a ter lugar de forma faseada e em diversos países deste bloco político-militar de cariz agressivo.

Devido à pandemia da COVID-19, a NATO decidiu manter a sua realização, reduzindo a dimensão e adiando alguns dos exercícios.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação considera que a insistência da NATO na realização destes exercícios reveste-se de uma tão maior gravidade, quando em diversos países da Europa a população está a sofrer os efeitos da crise pandémica, seja no plano da saúde, seja no plano económico e social, e se impõe a mobilização de recursos para impedir o seu alastramento e apoiar as pessoas afetadas e os países em maior dificuldade.

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Pompeo e Netanyahu não são bem vindos a Portugal!

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«Mike Pompeo e Benjamin Netanyahu não são bem-vindos a Portugal» foi, mais do que o mote, o clamor que sobressaiu da acção pública realizada ao final da tarde de sexta-feira, 6 de Dezembro, no Largo Camões, espaço nobre da capital, já célebre pelas iniciativas em defesa da paz que regularmente ali têm lugar.

A visita do Secretário de Estado norte-americano e do ainda primeiro-ministro israelita fez convergir, na ação, diferentes críticas e causas: da oposição à guerra e ao militarismo à defesa do desarmamento e da dissolução da NATO; a solidariedade com os povos ameaçados e atacados pelo imperialismo norte-americano e o sionismo israelita; a rejeição do racismo e da xenofobia e a salvaguarda do meio ambiente e recursos naturais. De tudo isto e muito mais falaram os representantes de três organizações promotoras da ação – Filipe Ferreira, pelo CPPC; Jorge Cadima, pelo MPPM; e João Barreiros, pela CGTP-IN – e ainda o refugiado político colombiano Hector Mondragon.

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