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Iniciativas de Paz no Algarve

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Nos dias 10 e 11 de março realizaram-se, no Algarve, importantes iniciativas de mobilização para a defesa da paz, seja no âmbito da educação para a paz, seja da cultura da paz, por iniciativa do Conselho Português para a Paz e Cooperação.

Merece especial destaque a iniciativa cultural, na sua terceira edição "Sons, cores e palavras pela Paz", realizada no Clube Farense, no centro da bonita cidade de Faro, que mobilizou muitas dezenas de pessoas, e onde o Grupo Coral II Capítulo, dirigido pelo maestro João António de Almeida, teve uma brilhante actuação encantando todos os presentes. Seguiu-se a música de raiz popular dos PURACURA e a poesia e música de Afonso Dias que, tal como a poeta Vanda Santa-Rita, a apresentadora Anne Farias e a jovem pintora Daniele Evangelista deram um importante contributo para uma noite muito empenhada na defesa da Paz. Como salientou Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC, "o momento complexo, imprevisível e perigoso que estamos a viver exige ainda maior empenhamento, coragem e determinação de todos na defesa da paz para, com precaução e responsabilidade, mas sem alarmismos, darmos um contributo na mobilização necessária e na convergência de vontades para que a paz, bem supremo da humanidade, seja possível. A preparação e realização do Encontro pela Paz, a realizar em Setúbal, a 30 de maio, é uma oportunidade para uma maior mobilização do movimento da paz em Portugal, dado que, pela paz, todos não somos demais".

Ilda Figueiredo e Isa Martins do SPZS também participaram em palestras e reuniões em escolas, com destaque para a palestra na escola Básica de Almancil, concelho de Loulé, contactos com experiências de educação para a paz, como no JI de S. Brás de Alportel, a visita à exposição de artistas pela Paz em Aljezur, a conversa na CM de Lagoa. Em todos os lados, foi patente o empenhamento na realização de iniciativas de sensibilização e de convergência na defesa da Paz.

Espaço da Paz | Conversa sobre a Arte e a Paz | Vila Nova de Gaia

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No Espaço Paz, em V.N. de Gaia, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), em colaboração com outras entidades, vai iniciar um conjunto de Conversas sobre a Paz.

A primeira será no dia 17 de março, pelas 18 h, em colaboração com a Cooperativa Cultural - Artistas de Gaia e terá a participação de Mário Augusto, jornalista especialista em cinema,de Agostinho Santos, jornalista, pintor e diretor da Bienal de Gaia e de Vítor Pinto Basto, jornalista e escritor.

A conversa é aberta a todos os interessados.

EL SUR participam no CONCERTO PELA PAZ

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4 DE ABRIL - 15H30 - FÓRUM LISBOA - Entrada Livre

O sul é muito mais do que uma coordenada, é uma condição e um modo de vida, é compreender que quando olhamos para baixo, estamos é a olhar para cima.

A América Latina será a suprema contradição?
Recolhe de todos os cantos do mundo pedaços de identidade: o mediterrâneo, o negro, o azul e o vermelho. Retoma sempre que pode a sua própria génese, as suas cores terra e os seus sabores intensos, o seu afã de liberdade e esperança.

É aqui que mergulha o projecto português "el Sur". Na força de um continente e no génio dos seus autores, na fronteira entre o Pacífico e o Atlântico. O sul é muito mais do que uma coordenada, é uma condição e um modo de vida, é compreender que quando olhamos para baixo, estamos é a olhar para cima, para o urgente tempo que se aproxima e que nos mudará para sempre.

Lançaram recentemente o álbum “Todas as Sombras”.

Iniciativas em Beja

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Integrada nas iniciativas realizadas pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), nos dias 4 e 5 de março no distrito de Beja, que incluíram debates em Aljustrel e Beja, realizou-se uma reunião na Câmara Municipal da Vidigueira, município que integra o Movimento dos Municípios pela Paz.

Na reunião com a Câmara Municipal da Vidigueira, o Presidente dr. Rui Raposo e a presidente da direção do CPPC, Ilda Figueiredo, abordaram temas associados à luta pela paz e às migrações. Este encontro, que surgiu na sequência da adesão recente do Município de Vidigueira à Associação de Municípios pela Paz, abordou igualmente a possibilidade de uma parceria e assinatura de protocolo que permitirá a colaboração entre as duas entidades, na promoção de iniciativas associadas às questões ligadas à defesa da paz.

Foi ainda endereçado à autarquia o convite para participar no Encontro pela Paz, promovido pelo CPPC e um conjunto de outras 11 entidades, a realizar em 30 de maio, em Setúbal.

HELDER MOUTINHO participa no CONCERTO PELA PAZ

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4 DE ABRIL - 15H30 - FÓRUM LISBOA - Entrada Livre

Helder Moutinho é um dos mais carismáticos e genuínos fadistas da atualidade.

Intérprete, compositor e poeta, profundo conhecedor dos segredos, códigos e mistérios deste género musical, tem mais de vinte anos de carreira consagrada à herança que recebeu dos seus familiares e dos grandes mestres que se cruzaram na sua vida, tornando-o assim num Fadista de culto. Uma herança que acarinha, preserva e amplifica para um fado cada vez mais contemporâneo.

Depois de alguns discos em que se dedicou na sua esmagadora maioria à interpretação de fados tradicionais com os seus poemas fundadores ou com novos poemas (alguns da sua autoria), aos quais sempre se juntaram algumas composições originais – Helder Moutinho edita em 2013 o álbum “1987” e afirma-se perante a critica como um dos mais importantes intérpretes do novo século. Em 2016 lança “O Manual do Coração”, em que todos os poemas são assinados por João Monge – um dos mais consagrados poetas portugueses - e a música está igualmente a cargo de alguns dos mais importantes compositores portugueses: Mário Laginha, Vitorino, João Gil, Zeca Medeiros, Manuel Paulo, Marco Oliveira, Pedro da Silva Martins ou Ricardo Parreira. Um álbum unanimemente louvado pelos amantes de fado e pela crítica, que adivinha em muitos destes novos fados... futuros fados tradicionais. Que é outra maneira de dizer: herança recebida, herança (re)transmitida.

O que diz a Imprensa:

“Helder dá-nos a prova maior do seu talento. A forma como dá cor às palavras, como estila, como remata as frases, tudo nele cresceu assombrosamente...”. Nuno Pacheco in Ípsilon

“A sua voz atinge aqui momentos sublimes. Fados novos que, um dia, serão de certeza grandes fados...tradicionais”. António Pires in Time Out

“Do primeiro ao último arrepiante segundo, é um álbum de absoluta mestria no desenho de uma sonoridade fadista que não se esforça por soar a fado (...) É o álbum de um intérprete admirável”. Gonçalo Frota in Público