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Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares Defender a paz é defender a vida

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No mês em que se assinalam os 70 anos do lançamento do Apelo e Estocolmo pelo fim das armas atómicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lança uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.

A subscrição pode ser efetuada em https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ProibirArmaNuclear

Leia o texto da petição:

Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares

Defender a paz é defender a vida

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70 Anos do Apelo de Estocolmo - Os portugueses não ficaram à margem

70 anos depois o apelo de estocolmo continua atual fim as armas nucleares 2 20200323 2045276426

na foto Alves Redol e Lopes-Graça no Congresso Mundial dos Intelectuais pela Paz (1948)

 

O Apelo de Estocolmo, pela proibição das armas atómicas, foi lançado há 70 anos pelo movimento mundial da paz, contribuindo decisivamente para a sua afirmação e desenvolvimento: em todo o mundo muitos milhões subscreveram este Apelo pela “interdição absoluta da arma atómica, arma de terror e de extermínio em massa de populações”, fazendo dele um clamor planetário pela paz e o desarmamento.

Os portugueses não ficaram à margem deste impetuoso movimento, tendo sido muitos os ativistas da paz que recolheram assinaturas um pouco por todo o País, as entidades, coletividades e associações que aprovaram moções e resoluções e as pessoas que escreveram missivas defendendo a proibição das armas atómicas. Fizeram-no apesar das violentas limitações e proibições impostas pela ditadura fascista – alinhada já então com a política externa norte-americana e membro fundadora da NATO –, tendo vários ativistas sido presos enquanto levavam por diante esta campanha.

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70 anos depois, o Apelo de Estocolmo continua atual fim às armas nucleares

70 anos depois o apelo de estocolmo continua atual fim as armas nucleares 1 20200323 1989050408

«Exigimos a interdição absoluta da arma atómica, arma de terror e de extermínio em massa de populações. Exigimos o estabelecimento de um vigoroso controlo internacional para a aplicação dessa medida de interdição. Consideramos que o governo que primeiro utilizar a arma atómica, não importa contra que país, cometerá um crime contra a humanidade e será tratado como criminoso de guerra. Pedimos a todos os homens de boa vontade no mundo inteiro que assinem este apelo.»

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Évora, pela paz e o desarmamento nuclear

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Foi muito participada a iniciativa no Teatro Garcia Resende que o CPPC e a Câmara Municipal de Évora realizaram, no passado dia 7 de fevereiro, sobre a Paz e o Desarmamento Nuclear com a participação do Presidente da CM de Évora, Carlos Pinto de Sá, o investigador e membro da Presidência do CPPC, Frederico de Carvalho e a Presidente da direção do CPPC, Ilda Figueiredo.

Na sessão, o investigador Frederico Carvalho, através de uma intervenção muito documentada, demonstrou os perigos para a paz e a própria sobrevivência da humanidade da corrida aos armamentos, designadamente do armamento nuclear.

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