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Pela libertação imediata dos presos políticos palestinos das prisões israelitas

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Neste momento de crise pandémica torna-se ainda mais urgente a libertação dos presos políticos palestinos das prisões israelitas.

Vitimas da ocupação israelita e da sua sistemática violação dos direitos humanos fundamentais dos palestinos, há, de acordo com a rede de solidariedade Samidoun, aproximadamente 5000 presos políticos palestinos encarcerados pelo colonialismo sionista, incluindo mais de 180 crianças, 430 presos ao abrigo do regime de detenção administrativa, sem acusações ou julgamento, e 700 presos doentes, 200 dos quais com doenças crónicas e graves, que os colocam num risco ainda maior caso a pandemia de Covid-19 se espalhe pelas cadeias.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) tem denunciado e condenado a ocupação por Israel dos territórios palestinos, bem como a cumplicidade da administração dos EUA através dos seus posicionamentos ilegais, designadamente o chamado «Acordo do Século», arranjo entre a administração Trump e os mais reacionários interesses sionistas, o «reconhecimento» de Jerusalém como capital de Israel, a «legalização» dos colonatos construídos nos territórios ocupados em 1967, o «reconhecimento» da anexação dos montes Golã pertencentes à Síria e os cortes de financiamento à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos.

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Contra o bloqueio ilegal dos países e pela solidariedade entre os povos!

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirmando a sua defesa da justiça, do progresso social e da paz, na exigência do fim das guerras, do fim das sanções económicas e da necessária solidariedade para com os povos e países, incluindo os deslocados e refugiados das zonas mais fustigadas por agressões e bloqueios, e na sequência da solicitação dos nossos companheiros do Movimento Cubano pela Paz e Soberania dos Povos (Movpaz), divulga o “abaixo-assinado contra o bloqueio ilegal dos países e pela solidariedade entre os povos" (bit.ly/bloqueono), apelando a que possa ser assinado e divulgado por todos os defensores da paz e cooperação.

A gravidade da pandemia que enfrentamos torna ainda mais urgente o fim do bloqueio e das sanções económicas para possibilitar que todos os países, em especial os já mais mais fragilizados por estas formas de agressão, tenham melhores condições de defender a sua população.

Pela Paz, todos não somos demais.

Direcção Nacional do CPPC

Realizou-se iniciativa em defesa da Paz e contra a guerra no Irão

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Realizou-se no Porto, no dia 13 de Janeiro uma iniciativa do CPPC, na Praça da Palestina, em defesa da Paz e contra a guerra no Irão.

Esta iniciativa denunciou a criminosa intervenção dos EUA contra o Iraque, e o Irão e a crescente ameaça de guerra que estas intervenções provocam, criando na região um clima de cada vez maior instabilidade e insegurança.

Nas intervenções do sindicalista Henrique Borges e de Ilda Figueiredo pelo CPPC, sublinharam-se as tomadas de posição contra estas sucessivas guerras no Médio Oriente na Ásia, a que , desde 2003, lamentavelmente Portugal está ligado, seja pela Cimeira das Lajes que precedeu a invasão do Iraque, seja pelo recente encontro em Lisboa entre dirigentes de EUA e de Israel e que precedeu esta nova ofensiva norte-americana contra o Irão e o Iraque. Foi exigida uma política internacional que respeite a Carta da ONU e a Constituição da República Portuguesa, exigindo também o regresso dos militares portugueses.

Foi afirmado que o CPPC vai continuar a lutar pela Paz e contra a guerra, como os participantes na iniciativa gritaram a várias vozes. Iniciativas em defesa da paz vão continuar, com a realização do Concerto pela Paz no próximo dia 25 de Janeiro, no Rivoli, no Porto.

Solidariedade com o Saara Ocidental

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação, participou no primeiro Fórum Internacional de Juventude em Solidariedade com o Saara Ocidental, que se realizou de 11 a 13 de Março, nos campos de refugiados saarauís em Tindouf, Argélia.

Com a sua participação, o CPPC reafirmou, uma vez mais, a sua solidariedade de sempre com a justa luta do povo saarauí.

Leia a intervenção de Sofia Costa, membro da direcção nacional do CPPC, neste fórum:

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América Latina em debate no Porto

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação promoveu, no dia 16 de Dezembro às 18 horas, no Clube dos Fenianos Portuenses, uma conferência intitulada «Os novos desafios para a Paz na América Latina», onde estiveram em debate os complexos obstáculos colocados aos povos da região que corajosamente se batem pelo progresso, a justiça social e a soberania, tendo a moderação de Ilda Figueiredo do CPPC, as intervenções do embaixador da República Bolivariana da Venezuela, Lucas Ricon, de Jassellys Morales representante da embaixada de Cuba, de Moara Crivelente do movimento da paz do Brasil, de Vítor Pinto Basto jornalista e escritor, do professor Henrique Borges da União dos Sindicatos do Porto /CGTP e de Vitor Tito da direcção do Clube dos Fenianos Portuenses.
Ali se fez a denúncia das intervenções sucessivas do imperialismo dos EUA aliado às oligarquias locais, usando os golpes de estado diversos como nas Honduras, na Venezuela e recentemente na Bolívia, se denunciou o bloqueio criminoso a Cuba e à Reoública Bolivariana da Venezuela, o apoio às medidas repressivas e anti-democráticas de Bolsonaro no Brasil. Mas também se manifestou toda a solidariedade aos povos que continuam a lutar pelo direito soberano de escolher os seus caminhos de progresso e de paz, como no na Venezuela e em Cuba, às lutas que prosseguem no Chile, na Bolívia, em Colômbia e no Brasil contra as políticas repressivas e pelo direito dos trabalhadores e dos povos ao progresso social, à democracia, à liberdade e à paz.