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Saudação a Cuba e aos três patriotas cubanos finalmente libertos das prisões dos EUA

 

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a libertação dos três patriotas cubanos que ainda se encontravam injustamente presos nas cadeias dos EUA.

Ao longo dos anos, conjuntamente com o povo cubano e as famílias dos cinco patriotas cubanos, com muitas organizações e movimentos pela paz e a solidariedade, personalidades do meio académico, científico e cultural, o CPPC interveio em favor da sua libertação.

Depois da saída da prisão de Fernando González e René González, Antonio Guerrero Rodríguez, Gerardo Hernández Nordelo e Ramón Labañino Salazar foram finalmente libertos.

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Exposição e debate “Construir a Paz com os Valores de Abril” na Biblioteca da Moita

16 de Dezembro'2014
14h30 . Biblioteca da Moita

No próximo dia 16 de Dezembro, pelas 14h30, é inaugurada na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, a exposição “Construir a Paz com os Valores de Abril”.

A inauguração da exposição será seguida de um debate, que contará com a presença de Ilda Figueiredo, Presidente do CPPC, e Rui Garcia, Presidente da Câmara Municipal da Moita.

Participa!

http://www.cm-moita.pt/pt/conteudos/noticias+e+eventos/noticias/exposicao+e+debate+contruir+a+paz+com+valores+de+abril.htm#.VIhyICiSBS8.facebook

Paz e Direitos Humanos: um mundo melhor é possível

No âmbito do Projeto “ Paz e Direitos Humanos: um mundo melhor é possível” realizou-se no dia 10 de Dezembro na Escola Secundária Manuel Cargaleiro, um colóquio subordinado ao tema Paz e Direitos Humanos, este colóquio teve a presença de Carlos Carvalho, dirigente do Conselho Português para a Paz e Cooperação e nele estiveram presentes  turmas do 11º ano e o CEF2.
Teve este colóquio o objectivo de sensibilizar os alunos para a problemática dos Direitos Humanos: relembrar que a Organização das Nações Unidas aprovou em 1948, no dia 10 de Dezembro, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e 40 anos depois do 25 de Abril, muitos deles continuam sem ser cumpridos quer em Portugal quer nos restantes países.
A sessão decorreu de forma viva e com intervenções pertinentes por parte da assistência
Por último uma palavra de esperança e confiança, a convicção de que os Direitos Humanos poderão um dia ser vividos em plenitude pelos seres humanos, bastando que para isso os cidadãos se empenhem seriamente na sua aplicação.
Um mundo melhor é possível se assim quisermos.